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notícias&artigos - 2009
FDA e cigarros

26/06/2009

Cigarros mais seguros: luz no fim do tunel?

 

"Gosto bastante do blog do Dr.Michael Spiegel. O médico americano que antes servia a Indústria Antifumo, hoje mantém este blog para criticar seus exageros, alegando que diminuem a percepção dos riscos do fumo. Continua sendo antitabagista, mas algumas de suas posições são bem interessantes, como a crítica à proibição dos cigarros eletrônicos (que acredita serem a forma mais segura para quem quer parar de fumar) e a proibição de fumo ao ar livre.

 

No seu post, critica o novo projeto de lei sobre Tabaco, que prevê 4 pontos fundamentais:

 

  1. Criação de cigarros mais seguros (eliminando parte dos "4000 componentes").
  2. A proibição de cigarros com sabores de balas e frutas, visando a proteção das crianças.
  3. A proibição dos cigarros eletrônicos.
  4. Regulamentação de publicidade e proibição de termos como "light", "baixos teores", etc.

 

As críticas ao projeto de lei são inúmeras. Vamos discutir os pontos:

 

  1. Cigarros mais seguros: Todo mundo sabe que os excessos são prejudiciais. Comer, beber, exercício físico... Mas a Indústria Antitabagista com suas táticas de guerrilha habituais inventou que não existe "consumo mais seguro". Fumar 5 cigarros ou 1 maço é a mesma coisa. O mesmo vale para cigarros com menos componentes cancerígenos. Como, após todas as mentiras inventadas, podem eles podem aprovar uma lei que visa regular a produção dos cigarros? Óbvio que as críticas não param, principalmente porque foi assinada por um presidente fumante (Barak Obama).
  2. Cigarros com sabores de balas e frutas. Consumidos por 1% dos jovens, foram proibidos. Mas os cigarros mentolados ficaram de fora. Consumidos por 28% da população, este cigarro que "anestesia" a garganta, facilitando assim as primeiras tragadas...
  3. A proibição dos cigarros eletrônicos. Esse foi o maior absurdo. Cigarros eletrônicos contém apenas nicotina, o fumante solta na baforada um vapor totalmente inofensivo e inodoro. Mas mesmo assim, forma banidos.
  4. Regulamentação de publicidade e proibição de termos como "light", "baixos teores", etc. Certíssimo. Deveria valer para alimentos, remédios, etc.

 

O que fica claro é que os fumantes continuam sendo os trouxas desta estória: encorajados a consumir o produto que é um dos maiores geradores de impostos, mas discriminados por todos por produzir "gases mortíferos" ao fumar.

 

Atenção: Os artigos do Eufumo não tem a intenção de fornecer recomendação médica, diagnóstico ou tratamento.

 

Saiba mais sobre a lei americana no FDA:

Family Smoking Prevention and Tobacco Control Act (FSPTC Act)