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notícias&artigos - 2011
morte por asfixia por fumaça de lareira

19/04/2011

 

Para quem ainda pensa que lareiras, churrasqueiras e fogões à lenha fazem menos mal que exposição à fumaça de tabaco. Tente se lembrar: alguma vez você já ouviu falar de alguém que morreu por asfixia por estar em companhia de fumantes?

 

O artigo "Lareiras e fogões a Lenha" faz referência a um folheto divulgado pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) americana (a mesma que realizou o estudo que criou o termo "fumante passivo") diz que a fumaça de uma lareira acesa por 1 hora produz fumaça tóxica com 4300 mais elementos cancerígenos do que aqueles produzidos por 30 cigarros.

 

Como serão os índices de poluentes (principalmente material particulado - extremamente nocivo e cancerígeno) em churrascarias e pizzarias? Qual o perigo que esses estabelecimentos representam aos seus clientes e principalmente aos seus funcionários, que passam horas expostos à queima de combustível sólido?

 

Atenção: Os artigos do Eufumo não tem a intenção de fornecer recomendação médica, diagnóstico ou tratamento.

 

a matéria original:



Laudo comprova que casal morreu asfixiado em quarto de pousada em MG

O ESTADO DE SÃO PAULO - Notícias - 19 de abril de 2011

Solange Spigliatti - Central de Notícias

 

Os dois foram encontrados mortos em março, no quarto de uma pousada em Brumadinho, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

 

O laudo da Polícia Civil, divulgado nesta segunda-feira, 18, concluiu que o casal de universitários encontrado morto em março passado em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, morreu asfixiado.

 

Segundo a polícia, a morte foi por intoxicação de monóxido de carbono. A polícia agora aguarda a conclusão, ainda sem previsão, de outros dois laudos, o da engenharia legal e da perícia do quarto, para concluir o inquérito. A polícia trabalha com a hipótese de que o gás teria saído da lareira do quarto.

 

O casal de estudantes foi encontrado morto no quarto de uma pousada de Brumadinho. Alessandra Paolinelli Barros, de 22 anos, que cursa Medicina, e seu namorado, o aluno de Educação Física Gustavo Lage, de 23, estavam desaparecidos desde o começo do mês de março.

 

Eles saíram para comemorar um ano de namoro sem avisar os familiares. O caso começou a ser investigado depois que a família de Alessandra registrou o desaparecimento no Departamento de Investigações de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP). O casal foi encontrado morto em um dos quartos, sem sinais aparentes de violência.

 

 

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