polêmica
propondo um novo caminho

Existe ex-fumante?

 

Pelo AA (Alcoólatras Anônimos) um alcoólatra é sempre um alcoólatra, mesmo quando para de beber. Porque o alcoolismo é uma doença progressiva, que pode ser detida, mas é incurável. Quando o sujeito para de beber ele continua alcoólatra, só que sóbrio.

 

Apesar de não ser verdade, o que se diz é que nenhum fumante consegue controlar o consumo de tabaco. O que acontece é que alguns fumantes não conseguem ter controle. O problema na verdade não é o produto, mas o usuário. O mesmo se aplica a comida e bebida.

 

O tabagismo também é uma doença, e seguindo o raciocínio da falta de controle, como o alcoolismo, não tem cura. O correto então seria chamar o fumante de "tabagista", e o termo "ex-fumante" deveria ser abolido, assim como é incorreto dizer "ex-alcoólatra".

 

 

fixacao oral

fixação oral... fumando, bebendo e roendo as unhas!

 

Controlar seus cigarros é difícil, mas não impossível (se fosse, este estudo sobre benefícios da redução jamais poderia ter sido conduzido). Muitos fumantes conseguem diminuir, fumar somente nos finais de semana, etc. Como primeiro passo pode ser um caminho bem menos árduo e factível, com muitos benefícios para a saúde.

 

Porque isso nunca é cogitado? Devido à uma das inúmeras bobagens que inventaram sobre o tabagismo, ilustradas de forma tão brilhante nesta frase:

"Não há índices seguros para o consumo de tabaco."

Para a Indústria Antifumo não faz diferença para sua saúde se você fuma 5 ou 30 cigarros por dia.

Ora, se não faz diferença, para que tentar? O sujeito não consegue parar de fumar e nem cogita diminuir...

 

Vamos "falar sério" (plagiando o INCA) e tentar ver o assunto de forma mais holística? Levantando algumas questões:

  • A Nicotina (com poder viciante maior que o da Cocaína, segundo alguns estudos) é o único fator responsável pelo tabagismo?
  • Fumantes compulsivos teriam alguma deficiência congênita? Porque alguns portadores de transtornos mentais fumam tanto (3, 4 maços por dia)?
  • Tabagismo é doença ou tentativa de "cura" para algum tipo de transtorno?
  • A "cura" de vícios tem uma única via? A solução é farmacológica? Qual é o seu nível de segurança?
  • Qual é o peso das alterações genéticas descobertas em gulosos e viciados nas recaídas de regimes e tratamentos?
  • A "solução" para os vícios é objetiva ou subjetiva? Existe "cura"?
  • Qual é o grau de dependência de tabaco dos governos? E dos profissionais da saúde envolvidos na questão? Existe mesmo interesse em acabar com o tabagismo?

 

E, principalmente, porque os profissionais de saúde encaram o fumante como o inimigo? Porque não aprender com ele? Quem melhor que um hacker para melhorar a segurança das empresas?

 

Ouvimos, com grande alarde, que as imagens fortes em maços de cigarros induzem a parar. Não é o que os fumantes dizem... Pesquisas indicam que o usuário se acostuma, as imagens acabam tendo o mesmo peso dos demais elementos. Viram, inclusive, piadas. Resta o consolo de que o governo está fazendo algo para evitar que os jovens fumem (o que, se for verdade, já é uma grande coisa).

Ouçam os fumantes! O resultado será bem positivo.

 

Atualmente, não existe "cura" do tabagismo: apenas substitui-se um vício (cigarro para comida ou bebida). Como tratar os vícios de uma forma global?

É possível pensar em controle e ao invés de cura? Poucos aguentam fazer dieta a vida inteira. Mas se a alternativa é comer de tudo em pouca quantidade a coisa muda de figura. Nutricionistas descobriram essa maravilha, vamos aprender com eles!

 

Para isso acontecer, é preciso derrubar mitos criados pela Indústria Antifumo. Todo mundo erra. O ovo e o chocolate já foram considerados vilões. Reconhecer que excessos são prejudiciais mesmo quando o assunto é tabagismo só ajuda. Vamos rever estes conceitos e começar a "falar sério".

 

Nesta seção do site vamos falar sobre mitos, verdades e inverdades sobre o tabagismo. Vamos falar sobre estratégias usadas, sua eficácia (ou ineficácia) no combate ao fumo.

Atenção: Os artigos do Eufumo não tem a intenção de fornecer recomendação médica, diagnóstico ou tratamento.