defendemos o fumante, não o fumo: 
quer parar de fumar ou reduzir?
 

polêmica - estratégia X ética
serão estas as estratégias adequadas?

O fracasso das campanhas iniciais para fazer o fumante americano abandonar os cigarros impulsionou os estudos sobre como o seu hábito poderia prejudicar a saúde dos não-fumantes. Ao contrário dos brasileiros que raramente questionam as leis que lhes são impostas, americanos e europeus oferecem grande resistência a atitudes paternalistas do Estado que os britânicos chamam de "The Nanny State" (O Estado Babá).

 

[Em 1975, na Conferência Mundial sobre Tabagismo, anti-tabagistas foram informados que para eliminar o tabagismo primeiro seria essencial "criar a idéia de que fumantes ativos prejudicariam aqueles que os rodeiam, inclusive a sua família, crianças e jovens..."

- Huber. Consumers Research Magazine. 04/92]

 

O grande interesse do eufumo nessa questão é com os prejuizos gerados pela premissa de que "fumantes matam não-fumantes". A eficácia destas políticas ja está sendo questionada.

 

Nos Estados Unidos, 24,7% na população adulta fumava em 1997. Segundo o US Surgeon General, em seu relatório "Treating Tobaco Use - 2008", esse número tem se mantido em torno de 21%. Ou seja, menos de 4 pontos percentuais em 11 anos!

 

Para população fumante, o único resultado desta política tem sido a exclusão social e abandono na área de saúde. Quantos desses 21% de fumantes americanos, por exemplo, não estariam mais saudáveis caso não estivessem sofrendo as retaliações do estado e dos demais cidadãos? Quantos teriam parado? Será que não está na hora de mudar a estratégia?

 

Atenção: Os artigos do Eufumo não tem a intenção de fornecer recomendação médica, diagnóstico ou tratamento.